
Spore
Mais uma vez Will Wright vai revolucionar o mundo dos jogos com um jogo de simulação do mundo real. Após se estabelecer como um dos mais importantes designers do mercado por jogos como SimCity e The Sims, Wright se aventura agora em uma simulação da evolução das espécies com Spore, desenvolvido pela Maxis e distribuÃdo pela Electronic Arts.
Spore permite ao jogador levar uma criatura unicelular desde seus primeiros estágios na sopa primordial, se tornando pluricelular e finalmente saindo dos mares para popular as terras de um planeta. Essa criatura irá descobrir semelhantes com quem poderá acasalar, reproduzir, e então estabelecer comunidades tribais.
Nesse ponto o jogo se torna um jogo de estratégia, onde sua comunidade irá lutar pela sobrevivência e pelo crescimento, até se tornar uma cidade, e então uma civilização capaz de dominar, através de diplomacia ou supremacia, todas as outras civilizações deste planeta.
O ciclo é completo quando sua civilização se torna então capaz de viajar para outros planetas, onde pode estabelecer contato com outras raças, entrar em guerra com elas, abduzir seus indivÃduos e ajudar a popular esses planetas.
Spore é chamado de um “massively single-player online game”, por permitir que as criaturas de outros jogadores sejam usadas para popular os planetas de toda a galáxia onde se passa o jogo. É um jogo difÃcil de caracterizar, pois possui elementos de diversas categorias, como simulação e estratégia.
Uma espécie de demo do jogo foi liberada através do Spore Creature Creator, que permite experimentar o sistema para criação e personalização das criaturas, que é encontrado na etapa em que a criatura evolui e se torna terrestre. A demo pode ser baixada gratuitamente no site oficial, e existe ainda uma versão paga com um número maior de componentes para a criação do personagem.
Veja à seguir alguns vÃdeos mostrando várias etapas desse grande e divertido jogo. Spore está sendo lançado hoje, 5 de Setembro, para a América Latina e Europa, e dia 7 de Setembro para a América do Norte.

F.E.A.R.
Eu tenho o hábito de tirar alguns jogos do fundo do armário para relembrar aquelas experiências fantásticas, terminar alguns que ficaram pelo caminho, ou finalmente jogar uns que por algum motivo nunca tive a chance de testar. Após meses e meses (até mesmo anos) sem condições financeiras para isso, eu finalmente consegui montar um novo computador com uma configuração adequada para a nova geração de jogos, então pretendo limar alguns desta última categoria.
E apesar de ter sido várias vezes advertido ao contrário, decidi pegar um que estava à mão: F.E.A.R. - First Encounter Assault and Reconnaissance. Esse jogo, produzido pela Monolith e publicado pela Vivendi, foi lançado em Outubro de 2005, e eu lembro bem da experiência de tentar rodar sua demo no meu sistema anterior (um Pentium 3 2.7GHz com uma GeForce 5900 Ultra, top de linha na época que o montei): gráficos no absoluto mÃnimo possÃvel para conseguir algo semelhante a um jogo, não um slideshow glorificado. Não é preciso dizer que nunca tive coragem de botar o jogo para ver algo tão inferior ao desejado.
Mas agora é um bravo mundo novo; um sistema novinho em folha está à minha mesa, e está na hora de ver se esse jogo é mesmo… tão ruim quanto me fizeram questão de apontar. Eu lembro bem da demo, e apesar de frisar suas raÃzes no novo cinema de terror japonês, o combate sempre me pareceu interessante. Não custa nada experimentar, não é mesmo? Veja então se F.E.A.R. é assustador mesmo, ou se é apenas ruim de dar medo.